Angola: Banco BIC Português aumenta número de agências

11 May 2009

Lisboa, Portugal, 11 Mai – O Banco BIC Português vai fechar o primeiro semestre do ano com seis agências em Portugal, dando continuidade ao plano de expansão, declarou Luís Mira Amaral, presidente da comissão executiva da instituição.

Os quatro balcões a iniciarem actividade até meados de Junho nas cidades de Viseu, Aveiro (14 de Maio), Leiria e Braga (ambas em Junho, ainda sem data), juntam-se ao do Porto, inaugurado oficialmente em Fevereiro, e ao de Lisboa, onde o banco “gémeo” do BIC angolano está instalado desde Maio de 2008.

Depois do aumento do capital social, de 17,5 milhões de euros para 25 milhões de euros, concretizado no fim de Fevereiro por reforço das posições detidas pelos accionistas, o BIC Português concentra a actividade em três grandes áreas: correspondente bancário de bancos angolanos em Portugal – para gestão de fluxos financeiros entre os dois países – banca de empresas e “private banking”.

“O objectivo de abertura de novos balcões é o de apoiar as empresas que já estão em Angola, ou as que pretendem vir a fazê-lo, mas também estudar as possibilidades de investimento em parcerias estratégicas”, afirmou Mira Amaral.

O BIC Português é a primeira instituição bancária portuguesa de capitais maioritariamente angolanos. Aquando da inauguração da agência do Porto, Fernando Teles disse que o objectivo da instituição é estar presente “onde há mais empresários que têm relações com Angola”, daí a abertura agora no norte de Portugal, no interior (Viseu) e no litoral (Aveiro).

O Banco BIC Angola foi criado em Abril de 2005 como banco comercial de capital privado, com accionistas nacionais e estrangeiros, para operar no mercado a retalho e como parceiro privilegiado do tecido empresarial, apoiando pequenas e médias empresas e grandes grupos empresariais angolanos.

Segundo informação da instituição, a estrutura accionista do Banco BIC – Angola e Português é composta pelo Grupo Amorim e a Sociedade de Participações Financeiras com 25 por cento do capital cada, Fernando Teles com 20 por cento e o restante distribuído por quadros do banco, accionistas angolanos, portugueses e luso-brasileiros. (macauhub)

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