BCI de Moçambique vai abrir agência na zona turística da Ponta de Ouro

30 July 2009

Maputo, Moçambique, 30 Jul – O Banco Comercial e de Investimento (BCI) vai abrir uma agência na turística zona da Ponta de Ouro, fronteira entre Moçambique e África do Sul.

O BCI e a Agência de Desenvolvimento da Costa dos Elefantes (ADCE) rubricaram recentemente um um acordo de cooperação com vista à criação do balcão.

Presentemente o BCI tem a funcionar, em Moçambique, 60 balcões.

Emerson Machiana, do departamento de marketing do banco, disse à Macauhub que o novo balcão, cujas obras de construção começam em Outubro, deverá iniciar suas actividades em princípios de Novembro.

Orlando Candua, presidente do conselho de administração da ADCE disse que “o acordo representa um marco muito importante na tentativa de responder aos anseios das comunidades do Posto Administrativo do Zitundo, Distrito de Matutuíne”.

O acordo visa definir os termos, condições e acções da parceria e cooperação entre o BCI e a Agência de Desenvolvimento da Costa dos Elefantes, em que a Agência de Desenvolvimento da Costa dos Elefantes, acorda renunciar a favor do BCI o

DUAT (Direito de Uso e Aproveitamento de Terra) sobre o espaço, livre de ónus, encargos e responsabilidades e desocupada de pessoas e bens.

O BCI lançou um plano de insercção nas zonas rurais, respondendo a um apelo do governo e do Banco Central de Moçambique sobre a necessidade de os bancos captarem poupanças também naquelas zonas.

Agência de Desenvolvimento da Costa dos Elefantes é uma pessoa colectiva de direito público, dotada de personalidade jurídica, autonomia administrativa, financeira e patrimonial, tutelada pelo Ministério do Turismo, que tem por objecto a promoção e coordenação do desenvolvimento do turismo no Distrito de Matutuíne, incluindo a Reserva Especial de Maputo.

O Banco Comercial e de Investimentos (BCI) é a segunda maior instituição financeira de Moçambique com uma quota de mercado superior de 32 por cento e tem como accionistas a Caixa Geral de Depósitos (CGD), a qual detém 51 por cento do capital, o Banco Português de Investimentos (BPI), com 30 por cento e o grupo moçambicano de investimentos Insitec com 18. (macauhub)

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