Representantes dos países de língua portuguesa consideraram bem-sucedida conferência ministerial com a China

14 November 2010

Macau, China, 14 Nov – Representantes dos sete países de língua portuguesa membros do Fórum Macau afirmaram hoje em Macau que a 3ª conferência ministerial com a China “ultrapassou todas as expectativas e foi um sucesso”.

Angola, Brasil, Portugal, Cabo Verde, Moçambique, Guiné-Bissau e Timor-Leste assinaram hoje com a China o novo plano de acção para a cooperação económica e comercial para o período 2010/2013.

“Os resultados da conferência ultrapassaram as expectativas e o plano de acção reflecte isso mesmo”, disse o ministro angolano da Economia, Abraão Gourgel.

Por seu turno, o secretário de Estado português do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Fernando Serrasqueiro, salientou que “pertencer ao Fórum é uma mais-valia”, baseada na língua portuguesa.

Para o sub-secretário-geral de Assuntos Económicos do Brasil, Pedro Luiz Carneiro de Mendonça, os “resultados superaram as expectativas” e o Brasil “pode vangloriar-se de uma longa cooperação com os países de língua portuguesa, com quem a China tem vindo a intensificar a cooperação”.

O secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro de Cabo Verde, Humberto Brito, observou que o “papel do Fórum está a ser aprofundado e elevado na materialização de grandes projectos”, considerando “haver condições para se fazer mais do que no último triénio em prol das economias e povos”.

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e Comunidades da Guiné-Bissau, Adelino Queta, salientou o “resultado positivo” do Fórum, a par do ministro moçambicano da Indústria e Comércio, Armando Inroga, que considerou a reunião um “êxito, por consolidar a parceria entre a China e os países de língua portuguesa”.

O ministro da Economia e Desenvolvimento de Timor-Leste, João Gonçalves, disse que as medidas anunciadas “muito irão contribuir para o desenvolvimento dos países”, enquanto o secretário para a Economia e Finanças de Macau, Francis Tam, garantiu que a região “implementará de forma eficiente a plataforma” entre a China e os países de língua portuguesa. (macauhub)

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