Porto seco de Panguila, em Angola, é uma parceria público-privada bem sucedida

18 September 2011

Luanda, Angola, 19 Set – O director de operações do porto seco do Panguila (Cacuaco), Parsifal Pires, apontou sexta-feira, em Luanda, a construção daquele terminal de segunda linha como o exemplo mais “flagrante” do êxito das parcerias público-privadas no sector portuário do país.

De acordo com o gestor, que falava à agência noticiosa angolana Angop sobre o tema “As infra-estruturas portuárias como alavanca do desenvolvimento”, para a empresa que gere o terminal, a Sociedade Gestora de Terminais (Sogester), a parceria com o governo angolano está a dar os frutos desejados como comprovam os investimentos já em curso.

Referiu que aquele terminal de segunda linha foi feito com recursos próprios da empresa, o que significa que a Sogester mantém a aposta em trabalhar em prol do desenvolvimento de infra-estruturas portuárias mais modernas.

Sobre a importância da gestão de terminais num país que, como Angola, depende em medida das importações, disse ser de grande responsabilidade porque se o trabalho for bem feito a economia interna beneficia com a entrada de mercadorias sem ter que esperar mais de 20 dias para sair do recinto portuário.

Resultante de uma parceria entre a empresa APM Terminal (Grupo Maersk) e a Gestão de Fundos, a Sogester é responsável por cerca de 60% das mercadorias que saem do porto de Luanda. (macauhub)

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