Deslocação de empresas estrangeiras para Angola poderá fortalecer Zona Económica Especial (ZEE) Luanda/Bengo

13 February 2012

Luanda, Angola, 14 Fev – O número de empresas em funcionamento na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda/Bengo está ainda distante do desejado e anunciado, dependendo a sua rápida multiplicação da deslocação de empresas estrangeiras, afirmou em Luanda o ministro da Economia.

“Estamos a apostar na multiplicação rápida daquele número com a deslocação para Angola de empresas estrangeiras, sobretudo em associação com empresários angolanos”, disse ainda o ministro Abraão Gourgel no decurso de um programa da Televisão Pública de Angola (TPA).

O ministro esclareceu que a prioridade atribuída à ZEE em Luanda, cujo projecto foi aprovado em 2005 pelo governo de Angola, deve-se às condições disponíveis na província e às exigências do mercado.

“Não se trata de dar prioridade à capital mas sim de apoiar uma ZEE que está localizada numa região onde as condições são melhores, com um mercado mais exigente e competitivo e dispondo de um elevado número de consumidores”, esclareceu o ministro.

Segundo Abraão Gourgel, se as ZEE começaram a ser implantadas em Luanda, já existiam anteriormente projectos de construção de Pólos de Desenvolvimento Industrial, nomeadamente os de Catumbela (em Benguela), de Cabinda, do Huambo, da Matala (Huíla), no Cuanza Sul, entre outros.

A Zona Económica Especial (ZEE) Luanda/Bengo está localizada no quilómetro 30 em Viana, numa área total de 8 300 hectares e prevê congregar 73 fábricas distintas, tendo oito dessas unidades fabris sido inauguradas a 27 de Maio de 2011. (macauhub)

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