Consórcio da Tailândia e de Moçambique vai construir linha de caminho-de-ferro e terminal portuário

9 December 2013

A empreitada de construção da linha de caminho-de-ferro entre Moatize, em Tete e Macuse, na Zambézia e do respectivo terminal portuário foi na passada semana adjudicada a um consórcio de empresas da Tailândia e de Moçambique, noticiou o jornal Savana.

O consórcio é formado pela empresa Italthai Engineering com 60%, pelo consórcio moçambicano Codiza e pela empresa estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, com 20% cada.

O consórcio Codiza integra uma sociedade de pequenos empresários da Zambézia (Transzambézia), o grupo moçambicano Manica Terminais e o grupo português Mota-Engil.

De fora ficaram os consórcios CLZ (Zambezi LogisticsConsortium), formado pelas empresas China Communications Construction Company(CCCC), Aurizon da Austrália e Investe Logística de Moçambique e o SPI/Patel Engineering/Grindrod.

A construção da linha de caminho-de-ferro, com uma extensão de 525 quilómetros e do terminal portuário de Macuse tem um custo estimado em 3500 milhões de dólares.

Na passada terça-feira, o porta-voz do governo, Alberto Nkutumula, disse apenas que o governo havia aprovado o decreto que estabelece os termos de concessão da linha ferroviária Moatize/Macuze bem como das infra-estruturas do terminal portuário de Macuze, no distrito de Namacurra, na província da Zambézia.

O referido decreto, adiantou Nkutumula, estabelece a base legal que permite a concessão ao operador privado, da construção, operação, manutenção e gestão das infra-estruturas a serem construídas, bem como a sua exploração comercial. (macauhub)

MACAUHUB FRENCH