Cabo Verde é o país de língua portuguesa mais bem classificado no Índice da Liberdade Económica

14 January 2014

Cabo Verde continuou a ser, entre os países de língua portuguesa, o mais bem classificado no Índice da Liberdade Económica da norte-americana Fundação Heritage, ocupando o 60º lugar com 66,1 pontos, mais 2,4 pontos do que na edição do ano passado.

Na sua 20.ª edição, o índice terça-feira divulgado por aquela fundação indica que os ganhos mais significativos de Cabo Verde registaram-se nas liberdades laboral, de negócios, de investimento e na gestão dos gastos públicos.

A seguir a Cabo Verde surge Portugal, cuja classificação aumentou no último ano 0,4 pontos, para 63,5 pontos, colocando-o no 69.º lugar.

A liberdade económica de Moçambique manteve-se em 55 pontos, colocando o país no 128.º lugar, enquanto a Guiné-Bissau teve uma classificação de 51,3, mais 0,2 pontos do que no ano passado, o que deixa o país na 143.ª posição.

São Tomé e Príncipe ficou no 157.º lugar, com uma pontuação de 48,8, mais 0,8 do que no ano passado, e Angola melhorou a sua pontuação em 0,4 pontos, para 47,7, o que deixa o país no 160.º lugar.

Tal como no ano passado, Timor-Leste é país de língua portuguesa com menos liberdade económica, segundo o relatório da Fundação Heritage, tendo obtido uma classificação de 43,2 e situando-se no 170.º lugar entre os 186 analisados.

O Brasil caiu 14 posições na lista dos países com mais liberdade económica e, em média, de acordo com o índice, a liberdade económica no mundo aumentou 0,7 pontos no último ano e 2,7 pontos face a 1995.

Abrangendo 186 países, que representam 99% da população mundial, o índice analisa o compromisso dos países com 10 liberdades – desde o direito de propriedade, a intervenção governamental limitada ou a abertura aos mercados – e classifica os países com valores que vão de 1 a 100. (macauhub)

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