Empresa Geral de Fomento deverá ser vendida a grupo português

3 September 2014

A empresa Suma, participada do grupo português Mota-Engil, ficou em primeiro lugar no concurso para a reprivatização da Empresa Geral de Fomento (EGF), de acordo com um relatório da Parpública e da Águas de Portugal, citado pelo jornal Diário Económico.

O jornal acrescentou que havia nesta fase do processo quatro concorrentes – a Suma, a espanhola Fomento de Construcciones y Contratas (FCC), a portuguesa Domingos da Silva Teixeira (DST) e o grupo belga Indaver, cuja proposta foi desclassificada devido a não ser vinculativa.

O relatório preliminar datado da passada sexta-feira baseou-se em oito critérios, tendo a experiência na recolha e selecção de resíduos sólidos urbanos e o facto do grupo trabalhar com bancos nacionais pesado na classificação.

Quando foi dado início à privatização da EGF, a imprensa, tanto portuguesa como internacional, mencionou a existência de dois grupos chineses interessados no processo, Sound Global e Beijing Enterprises Water Group.

Na altura foi igualmente anunciado que as empresas brasileiras Odebrecht Ambiental e Solví, num consórcio sob a designação Portugal Ambiental, tinham entrado na disputa pela reprivatização da Empresa Geral de Fomento.

A EGF actua na área da gestão integrada de resíduos sólidos urbanos e dispõe de 11 sistemas multimunicipais de tratamento e valorização de resíduos sólidos urbanos que envolvem um total de 174 municípios, o que representa mais de 60% da população portuguesa. (macauhub/PT/CN/BR)

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