Banco de Moçambique vigilante face às consequências do mau tempo

27 January 2016

O administrador do Banco de Moçambique (BM), Waldemar de Sousa, disse em Maputo que as chuvas que atingem o país desde Outubro aliadas a um mercado internacional desfavorável para as matérias-primas que Moçambique exporta, obrigam a que o BM “se mantenha vigilante”.

O mau tempo afectou o norte de Moçambique, nomeadamente as províncias de Nampula, Cabo Delgado e Niassa, provocando vítimas e elevados prejuízos na agricultura e infra-estruturas.

Waldemar de Sousa, que é igualmente o porta-voz do BM considerou ainda que, face à seca e às cheias no país, o banco tem de redobrar esforços uma vez que poderão agravar-se os riscos da conjuntura económica interna.

“Assim sendo, consideramos desafiantes os objectivos macroeconómicos para 2016, que estabelecem uma inflação anual de 5,6 por cento, uma taxa de crescimento real do Produto Interno Bruto de 7 por cento e um nível adequado de reservas internacionais”, disse.(macauhub/MO)

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