Presidente do IPIM diz que Macau e Guiné-Bissau são complementares

12 April 2016

A Guiné-Bissau e Macau são duas plataformas que podem trabalhar em complementaridade em dois pontos distantes do mundo, disse segunda-feira em Bissau o presidente do Instituto de Promoção de Investimento de Macau (IPIM).

Jackson Chang precisou que se Macau constitui uma plataforma entre a China e os países da língua portuguesa, a Guiné-Bissau pode também servir de plataforma para a exploração do mercado da África Ocidental.

O presidente do IPIM, que falava numa conferência de imprensa à margem dos trabalhos do encontro empresarial entre a China e os membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa realizada no passado fim-de-semana em Bissau, adiantou que essa complementaridade está apenas no início e manifestou o interesse em voltar à Guiné-Bissau, para a “realização de um estudo mais aprofundado.”

O presidente do IPIM mencionou também a castanha de caju, de “elevada qualidade”, bem como o sector das pescas, como áreas que poderão vir a ser objecto de investimentos futuros.

O presidente da Câmara de Comércio Internacional da China (CCIC), Han Meiqing, disse por seu turno que o sector do turismo é aquele que pode vir a despertar o interesse dos empresários chineses.

Han Meiqing salientou ser necessário, no entanto, proceder a um levantamento das potencialidades que a Guiné-Bissau oferece em termos de quantidade e qualidade antes de se poder pensar na realização de investimentos. (Macauhub/CN/GW/MO)

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