Macau pode ajudar empresas da China a expandirem-se nos países de língua portuguesa

3 June 2016

Macau pode apoiar as empresas da China que queiram expandir os negócios nos países de língua portuguesa e nos mercados ao longo do projecto “Uma Faixa, Uma Rota”, disse quinta-feira o presidente do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM).

Jackson Cheong disse ainda que Macau pode aproveitar as vantagens de que dispõe para ajudar os diversos países que fazem parte de “Uma Faixa, Uma Rota” prestando serviços de cooperação entre os sectores industrial e financeiro e serviços financeiros característicos, bem como auxiliando as empresas do interior da China a entrar nos mercados mundiais e nos de Língua Portuguesa.

Cheong usava da palavra na sessão de abertura do 7.º Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infra-estruturas, encontro organizado conjuntamente pela Associação de Construtores Civis Internacionais da China (CHINCA, na sigla em inglês) e pelo IPIM.

Tendo como tema a “Cooperação Inovadora entre os Sectores Industrial e Financeiro com Força Motriz para o Desenvolvimento de Infra-Estruturas”, esta edição do fórum analisa temas relacionados com a construção da estratégia “Uma Faixa, Uma Rota” e as oportunidades trazidas pela cooperação inovadora entre sectores industrial e financeiro para as infra-estruturas internacionais.

As nove províncias do Grande Delta do Rio das Pérolas foram convidadas para participar, tendo em vista a coordenação de uma estratégia de aprofundamento da cooperação regional, agregando os seus objectivos, a função da plataforma e a construção de “Um Centro, Uma Plataforma” a que Macau se tem dedicado, procurando assim promover a diversificação da economia e o crescimento das indústrias emergentes, especialmente a indústria de exposições e convenções e o sector financeiro.

O presidente da Associação de Construtores Civis Internacionais da China, Fang Qiuchen, referiu-se à grande dimensão do fórum, que para esta edição contou com cerca de 50 governantes a nível vice-ministerial ou superior provenientes de mais de 30 países e regiões, assim como mais de 20 instituições financeiras internacionais.

O fórum encerra hoje, sexta-feira, com a realização de 9 fóruns paralelos e actividades temáticas, envolvendo conteúdos relacionados com as novas práticas de cooperação entre os sectores industrial e financeiro e o planeamento das estruturas de investimento dos projectos de parcerias público-privadas. (Macauhub/CN/MO)

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