Macau pode ajudar a Guiné-Bissau a captar investimento da China

1 July 2016

A agricultura, pesca, turismo e indústria mineira são áreas prioritárias onde as empresas chinesas podem investir na Guiné-Bissau, disse quinta-feira em Macau o delegado daquele país da África Ocidental junto do Fórum de Macau.

Malam Becker Camará disse ainda, durante um seminário sobre a Guiné-Bissau organizado pelo Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) conjuntamente com o Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau), que a plataforma de Macau pode ajudar a internacionalização de produtos do seu país.

A administradora do IPIM, Glória Ung, disse por seu turno que existe na Guiné-Bissau “um vasto espaço de cooperação com as empresas do interior da China e de Macau”.

“As empresas chinesas podem utilizar a Guiné-Bissau como plataforma e base para desenvolver a cooperação e o desenvolvimento com os outros países da África Ocidental, com vista a penetrar nos mercados da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental”, disse a administradora do IPIM.

Glória Ung lembrou ainda na sua intervenção que a Guiné-Bissau possui ao longo da sua costa grandes reservas de petróleo e gás ainda por explorar.

Em Abril de 2014, realizou-se na Guiné-Bissau, pela primeira vez, o “Encontro dos Empresários para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e o Países de Língua Portuguesa”. (Macauhub/CN/GW/MO)

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