Angola vai dinamizar produção de café

13 September 2016

O  director-geral Instituto Nacional do Café de Angola (INCA), João Ferreira Neto  anunciou o lançamento de um programa destinado a triplicar a produção anual de café de modo a apoiar a diversificação  da economia do país.

Em declarações ao Jornal de Angola Ferreira Neto disse que a produção de café em 2015 foi de 12 mil toneladas, ou seja menos 20 vezes do que em 1974, mas admitiu que este valor pode aumentar para as 17 mil toneladas em 2016.

As exportações de 2015 atingiram os dois milhões de dólares comparados com os 650 milhões de dólares em 2013.

A destruição da indústria do café foi consequência da guerra civil e da mudança do tipo de exploração da mão-de-obra que, no tempo colonial, era feita por contratados que, provenientes do sul de Angola, iam trabalhar no norte do país.

“Os preços de venda de café triplicaram de um ano para o outro e isto anima o produtor, tanto que hoje se verifica certa dificuldade em encontrar-se café porque alguns comerciantes passaram a fazer crédito de colheita, isto é, pagam a colheita antes mesmo de o produtor colher o que mostra que a cultura do café é um bom negócio” disse o director-geral da INCA.

Ferreira Neto referiu igualmente que com a verba aprovada pelo governo de mil milhões de Kwanzas para o sector será possível a partir de 2017 plantar 25 milhões de mudas de café o que aumentaria a área de cultivo entre 500 e mil hectares.

O café é actualmente produzido em 10 das 18 províncias de Angola, nomeadamente Cabinda, Bengo, Kwanza Sul e Kwanza Norte, Uíge, Benguela, Huambo, Bié, Malanje e Huíla. A estrutura produtiva compreende cerca de 50 mil produtores inscritos em todo o território angolano dos quais 98 por cento são explorações agrícolas familiares.

As explorações agrícolas empresariais de café situam-se nas províncias do Bengo, Kwanza Sul e Uíge,com cerca de 10 mil cafeicultores registados.

Ferreira Neto revelou ainda ao jornal que o café de Angola,  actualmente exportado para Espanha, Alemanha, França, Itália, Portugal, Holanda e Líbano, começa também a despertar interesse dos Estados Unidos, Médio Oriente e Rússia.(Macauhub/AO)

O  director-geral Instituto Nacional do Café de Angola (INCA), João Ferreira Neto  anunciou o lançamento de um programa destinado a triplicar a produção anual de café de modo a apoiar a diversificação  da economia do país.

Em declarações ao Jornal de Angola Ferreira Neto disse que a produção de café em 2015 foi de 12 mil toneladas, ou seja menos 20 vezes do que em 1974, mas admitiu que este valor pode aumentar para as 17 mil toneladas em 2016.

As exportações de 2015 atingiram os dois milhões de dólares comparados com os 650 milhões de dólares em 2013.

A destruição da indústria do café foi consequência da guerra civil e da mudança do tipo de exploração da mão-de-obra que, no tempo colonial, era feita por contratados que, provenientes do sul de Angola, iam trabalhar no norte do país.

“Os preços de venda de café triplicaram de um ano para o outro e isto anima o produtor, tanto que hoje se verifica certa dificuldade em encontrar-se café porque alguns comerciantes passaram a fazer crédito de colheita, isto é, pagam a colheita antes mesmo de o produtor colher o que mostra que a cultura do café é um bom negócio” disse o director-geral da INCA.

Ferreira Neto referiu igualmente que com a verba aprovada pelo governo de mil milhões de Kwanzas para o sector será possível a partir de 2017 plantar 25 milhões de mudas de café o que aumentaria a área de cultivo entre 500 e mil hectares.

O café é actualmente produzido em 10 das 18 províncias de Angola, nomeadamente Cabinda, Bengo, Kwanza Sul e Kwanza Norte, Uíge, Benguela, Huambo, Bié, Malanje e Huíla. A estrutura produtiva compreende cerca de 50 mil produtores inscritos em todo o território angolano dos quais 98 por cento são explorações agrícolas familiares.

As explorações agrícolas empresariais de café situam-se nas províncias do Bengo, Kwanza Sul e Uíge,com cerca de 10 mil cafeicultores registados.

Ferreira Neto revelou ainda ao jornal que o café de Angola,  actualmente exportado para Espanha, Alemanha, França, Itália, Portugal, Holanda e Líbano, começa também a despertar interesse dos Estados Unidos, Médio Oriente e Rússia.(Macauhub/AO)

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