Feira Internacional de Cabo Verde precisa de mais espaço para crescer

21 November 2016

A Feira Internacional de Cabo Verde (FIC), que domingo concluiu na Praia a 20.ª edição, “consolidou-se como a maior plataforma de negócio do país”, afirmou o presidente do certame, que alertou para a urgência de solucionar a falta de espaço das instalações actuais.

Gil Costa fez um “balanço positivo” da edição deste ano da feira, que classificou como “cinco dias de puro negócio”, em que participaram 118 expositores de dez países, na sua maior parte de Portugal, com 230 stands numa área de oito mil metros quadrados.

A FIC 2016 contou com uma maior participação de visitantes profissionais da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e dos Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP) e, pela primeira vez, com expositores da China.

“Quando se pensa em Cabo Verde pensa-se num mercado pequeno, exíguo, mas quando posicionamos o país na sub-região, a partir de Cabo Verde rapidamente podemos chegar a um mercado de 300 milhões de habitantes e aí Cabo Verde torna-se interessante”, sublinhou Gil Costa.

O problema principal, de acordo com o presidente da FIC, é precisamente o espaço diminuto disponível para a realização do certame, um antigo hangar do aeroporto da Praia, tendo “pela primeira vez não sido possível aceitar algumas inscrições por que havíamos chegado ao limite em termos de capacidade.”

A Feira Internacional de Cabo Verde 2016 decorreu na Praia, a capital do país, de quarta-feira a domingo. (Macauhub)

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