Banca de Moçambique obtém bons resultados em 2016

24 April 2017

O Banco Único de Moçambique registou um resultado líquido definido como “histórico” de 440 milhões de meticais (6,16 milhões de dólares) em 2016, de acordo com o relatório e contas publicado no semanário moçambicano Savana.

 

“Alcançámos um marco histórico e cheio de significado, com um resultado líquido que é 3,7 vezes superior ao de 2015”, refere a mensagem do presidente do Conselho de Administração, Abdul Osman, em que acrescenta que “o Banco Único é cada vez mais uma referência no mercado, sendo agora o quinto maior banco de Moçambique.”

 

O banco sul-africano Nedbank, que tinha uma participação de 38,3% no Banco Único, passou a controlar a instituição com 50% mais uma acção, refere-se nos documentos – o que equivale a 1,3 mil milhões de meticais de capital subscrito.

 

A Gevisar SGPS, parceria entre as portuguesas Visabeira e Corticeira Amorim, que tinha também uma participação de 38,3%, reduziu-a em 2016 para 30,2% – o capital subscrito é agora de 798 milhões de meticais.

 

Também o Banco Terra Moçambique conseguiu resultados positivos em 2016, no valor de 12 milhões de meticais (168 mil dólares), “que representa um crescimento de cerca de 120% relativamente a 2015”, pode ler-se no comunicado enviado à agência Macauhub.

 

O Banco Terra Moçambique tem como accionistas, de acordo com a respectiva página electrónica, o Rabobank, uma cooperativa bancária dos Países Baixos, o Norfund – Fundo de Investimento da Noruega para Países em Desenvolvimento, o Montepio Holding, que faz parte do Montepio Geral – Associação Mutualista portuguesa e a Gabi, uma instituição financeira de desenvolvimento moçambicana. (Macauhub)

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