República Popular da China oferece 200 bolsas de estudo à Guiné-Bissau

A República Popular da China colocou à disposição do governo da Guiné-Bissau 200 bolsas de estudo em áreas diversas, de que se destacam as relacionadas com a agronomia e electrotecnia, revelou domingo o primeiro-ministro guineense Umaro Sissoco Embaló.

O primeiro-ministro prestava declarações durante a visita que efectuou à exploração agrícola de produção de frutos na localidade de Mansaba, no centro do país, propriedade de um grupo de jovens agrónomos apoiados pelo investidor espanhol Cristóban Chances Forniele.

Na ocasião, Umaro Sissoco Embaló manifestou a sua satisfação pelo facto da maior parte destas bolsas serem afectadas a estágios e formação a guineenses na área de produção agrícola, que é definida pelo governo como prioritária.

Embaló adiantou que o sector agrícola contém em si um potencial que deve ser maximizado a fim de desenvolver o país e adiantou que, além de acções de ordem interna, o governo está a tentar encontrar parcerias e investidores estrangeiros interessados na dinamização do sector.

A exploração agrícola, ainda em fase experimental para apurar quais as espécies que mais se adaptam ao solo e ao clima daquela zona da Guiné-Bissau, possui mais de 19 mil plantas de mangas e outras variedades de árvores de fruto, cujas colheitas terão como destino o abastecimento do mercado interno e a exportação para países da sub-região, nomeadamente Senegal e Gâmbia, para Marrocos e, numa fase posterior, para a Europa. (Macauhub)

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