Presidente de Angola determina venda de património imobiliário no estrangeiro devoluto

22 March 2019

O Presidente de Angola ordenou a venda do património no estrangeiro afecto à diplomacia, na sequência do redimensionamento da rede de missões diplomáticas, ao abrigo de um decreto presidencial.

O redimensionamento da rede teve como consequência imediata terem ficado numa situação de disponibilidade imóveis que constituem propriedade do Estado, integrados no seu domínio privado, “não existindo especial conveniência para a sua manutenção enquanto património público.”

O decreto assinado por João Lourenço determina a venda “na modalidade de negociação com publicação prévia de anúncio”, das chancelarias das embaixadas de Angola no México e no Canadá, e da chancelaria do consulado de Angola em Durban, na África do Sul.

Foi ainda dada a ordem para a alienação das residências oficiais dos embaixadores no Canadá e na Grécia, bem como a do cônsul de Angola em Durban, África do Sul.

O Presidente da República exonerou, no dia 19 de Outubro de 2018, os embaixadores de Angola junto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), no México, na Grécia e no Canadá, decisão enquadrada no encerramento de nove representações diplomáticas de Angola, quatro embaixadas e cinco consulados.

Os consulados encerrados foram os de Faro (Portugal), Durban (África do Sul), Frankfurt (Alemanha), Los Angeles (Estados Unidos) e Hong Kong (China). (Macauhub)

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