Ensino do mandarim em São Tomé e Príncipe facilita diplomacia económica e relacionamento com a China

A abertura de um Instituto Confúcio em São Tomé e Príncipe e o ensino do mandarim no país vêm estimular a diplomacia económica são-tomense e as relações entre os dois países, afirmou o primeiro-ministro são-tomense.

Jorge Bom Jesus falava quarta-feira no Palácio de Congressos de São Tomé e Príncipe, na inauguração oficial do Instituto Confúcio na capital são-tomense, que funciona na universidade pública do país.

Numa altura em que a economia está fortemente relacionada com o conhecimento científico e tecnológico, “o investimento em educação é um imperativo de cidadania e sobrevivência”, disse o chefe de Governo são-tomense na cerimónia, perante cerca de 500 convidados, incluindo os reitores das universidades de São Tomé e Príncipe e de Hubei, o embaixador chinês Wang Wei e altas individualidades políticas e judiciais são-tomenses.

Jorge Bom Jesus salientou a importância do ensino do mandarim em São Tomé e Príncipe para a diplomacia económica e também para o acesso ao mercado laboral, abrindo “as portas para a realidade da cultura multissecular da China.”

A cerimónia foi seguida de um espectáculo de canto, dança e música chinesas, incluindo alguns temas entoados por dezenas de alunos de mandarim do Instituto Confúcio.

Com professores enviados pela Universidade de Hubei, o Instituto oferece cursos de língua chinesa desde Abril, utilizando material aprovado pelo Ministério da Educação chinês e irá abrir novas vagas em Setembro. (Macauhub)

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