Empresas da China iniciam importação de produtos agrícolas de Moçambique em 2020

30 August 2019

Empresas chinesas vão importar 60 mil toneladas anuais de tabaco produzido em Moçambique a partir de 2020, fazendo da China o segundo importador desta cultura de rendimento, anunciou quinta-feira em Angónia, distrito da província de Tete, o Presidente da República.

A agência noticiosa AIM escreveu que o tabaco produzido em Moçambique, em particular o da província de Tete, tinha como destino exclusivo os Estados Unidos da América.

Filipe Nyusi anunciou ainda que empresas chinesas vão importar, igualmente a partir de 2020, 15 mil toneladas de macadâmia, 30 mil toneladas de castanha de caju, 150 mil toneladas de gergelim e 200 mil toneladas de feijão “boer”.

O Presidente, no decurso de um encontro com populares no posto administrativo de Dómuè, disse que o aumento da exportação de produtos locais resulta dos contactos que tem mantido com parceiros estrangeiros o sentido de “explorarem o que a produção e o mercado moçambicano oferecem.”

Nyusi inaugurou os troços de estrada Mphulo-Tsangano-Ulónguè e Ulónguè-Dómuè-Furancungo, com uma extensão de 101,4 e 101,3 quilómetros, respectivamente, projecto que foi financiado pelo Banco Mundial e cujas obras ficaram concluídas em Julho passado depois de se terem iniciado em Outubro de 2017. (Macauhub)

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