Empresa Angolana de Cervejas aguarda aumento do consumo para substituir primeira linha de enchimento

4 September 2019

A desactivação da primeira linha de enchimento da EKA – Empresa Angolana de Cervejas devido ao estado obsoleto dos equipamentos, ocorrida em Junho passado, fez com que a produção tenha registado uma quebra de 50,9% para 27 mil litros por hora, disse o director-geral, Marc Mayer.

O director-geral adiantou que a administração optou por manter operacional apenas a segunda linha de produção, que dispõe de uma capacidade máxima de 35 mil litros/hora, em virtude de esta ter custos mais reduzidos e contar sempre com matéria-prima disponível do mercado.

Mayer disse ainda à agência noticiosa Angop que a substituição da primeira linha exige um investimento estimado em 200 milhões de kwanzas (545 mil dólares), “que tarda em ser executado porque a empresa está a viver uma situação financeira que exige ponderação, a fim de se evitarem possíveis rupturas na carteira de negócios.”

A unidade fabril da EKA – Empresa Angolana de Cervejas, que faz parte do grupo de capitais franceses Castel Angola, fica localizada no município de Cambambe, província do Cuanza Norte, nela se produzindo cerveja a partir de água, malte, cereais não maltados, caso de milho e arroz e lúpulo. (Macauhub)

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