Duas empresas da China apresentam proposta para abastecer Moçambique com combustíveis líquidos

11 November 2019

A Addax Petroleum, do grupo Sinopec e a Petrochina são as duas empresas chinesas de entre um conjunto de dez que apresentaram propostas para o fornecimento de combustíveis a Moçambique durante seis meses a partir de 1 de Janeiro de 2020, disse João Macandja, director-geral da Importadora Moçambicana de Petróleos (Imopetro).

Aquele responsável disse ainda a agência noticiosa AIM, após a sessão de abertura das propostas apresentadas ao concurso público internacional, que o Governo deverá anunciar o vencedor “em breve.”

João Macandja adiantou que o Governo pretende com este concurso reduzir os custos com a importação de combustíveis, que se situam em cerca de 800 milhões de dólares por ano.

A importação de combustíveis líquidos é feita em Moçambique com base em concursos públicos internacionais que são lançados todos os semestres, sendo que a Imopetro, que congrega todas as gasolineiras que operam em Moçambique, é a única entidade autorizada a importar combustíveis líquidos.

Operam actualmente no mercado de distribuição de combustíveis em Moçambique 15 empresas, contra as três que existiam em 1997, ano da criação da Imopetro.

Além da Addax Petroleum e da Petrochina, as restantes empresas que concorreram ao concurso público são a Augusta Petroleum (Estados Unidos), Finergy Petroleum (África do Sul), anglo-suíça Glencore, Independent Petroleum Group (Kuwait), Sahara Petroleum International (Kuwait), TOTSA Total Oil Trading S.A. (França), Trafigura (Singapura) e Vitol (Países Baixos). (Macauhub)

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